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Depois de quase 10 horas de falhas, o serviço do WhatsApp, Instagram e Facebook está normalizado

As plataformas tiveram problemas técnicos de 11 a 20 anteriores. Os usuários expressaram seu desconforto nas redes sociais e a empresa ainda não explicou a causa da queda.

paise problemas no zap
Os países onde os problemas são relatados no WhatsApp. Fonte Downdetector

Milhões de usuários em todo o mundo, incluindo Argentina, Brasil, Estados Unidos, parte da Europa e Oceania, experimentaram por quase dez horas vários problemas técnicos no Facebook, Instagram e na plataforma de mensagens WhatsApp.

“Algumas pessoas e empresas estão tendo problemas para enviar ou enviar imagens, vídeos e outros arquivos através de nossos aplicativos, estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal o mais rápido possível”, disse um porta-voz do Facebook ao Clarín.

Sem explicar as razões específicas para o fracasso, a partir desta rede social eles disseram que durante uma das “operações de manutenção de rotina, foi causada uma falha que está dificultando o upload ou envio de fotos e vídeos para algumas pessoas.”

Os relatórios começaram a aumentar em torno de 11 nesta quarta-feira, conforme descrito em seu site Downdetector, um site de monitoramento em tempo real para redes e plataformas, e começou a se restabelecer após os 20 anos.

De acordo com os mapas de calor feitos naquele site com base nas reivindicações dos usuários, os maiores problemas foram relatados nos grandes centros urbanos.

O problema com o WhatsApp foi particularmente ao baixar vídeos, notas de voz e imagens, tanto na versão web quanto no aplicativo para celulares com Android e iOS; embora possam ser levantadas e, no caso do serviço de correio, enviar. Enquanto isso, no aplicativo de bate-papo, você sempre pode enviar um texto sem problemas.

Aquele que se beneficiou de cada instabilidade do mensageiro foi seu principal concorrente, o Telegram. A plataforma desenvolvida por Pavel Durov esteve entre os tópicos mais comentados e pesquisados ​​na Internet ao longo do dia.

No caso do Instagram, cuja principal preocupação é a Europa Ocidental e os Estados Unidos, os usuários também disseram que não podiam baixar mensagens e áudios em particular, postar fotos e até mesmo visualizar “histórias”.

Por outro lado, os usuários do Facebook Messenger também sofreram quedas de serviço na Europa Ocidental e Oriental (especialmente na Polônia).

Aqueles que comumente usam a rede social de Mark Zuckerberg apontaram as desvantagens na região da Europa Ocidental (especialmente na França, Alemanha, Bélgica, Holanda e Reino Unido), nos EUA, no México e nas Filipinas. Nesses países, eles alegaram não poder transmitir vídeo ao vivo pelo Facebook Live.

Os usuários se voltaram massivamente para plataformas não afetadas (Twitter, na cabeça) para expressar seu desconforto com a situação. Por exemplo, a hashtag #instagramdown, #Facebookdown e #Whatsappdown foram os tópicos escolhidos e até conseguiram se tornar uma tendência global.

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Quanto aos detalhes técnicos, as empresas ainda não divulgaram os motivos que impossibilitaram o download de conteúdo audiovisual das plataformas, que são experimentadas em países tão diversos como Holanda, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, Cingapura, Romênia, Emirados Árabes Unidos. Unidos, Índia, Indonésia, Itália, Malásia e Argentina, Colômbia e Brasil, entre muitos outros.

FONTE CLARÍN 

NOTA DE BLOG: Essa matéria, do jornal argentino, Clarím, acaba de chegar e no momento não se encontra em nossa redação nosso amigo Carlino Fraga, especialista no idioma espanhol. Fizemos a tradução através do Google Tradutor.

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lanofusco Ver tudo

Nasci em Nova Esperança-Pr. no dia 12/10/57, Meu primeiro diploma foi de datilografia com 12 anos de idade o que me possibilitou trabalhar em Cartório de Registro Civil, e escritório de contabilidade após terminar o segundo grau onde fiz curso de técnico em contabilidade. Com 17 anos, após uma concorrida seletiva, iniciei como locutor na Rádio Sociedade de Nova Esperança. Aos 20 anos trabalhei na Televisão Cultura de Maringá, logo em seguida passei no concurso do Banco do Brasil onde fiquei por sete anos e voltei aos meios de comunicação trabalhando em várias emissoras de Paranavaí, em Nova Londrina, Maringá e Curitiba. Agora, resolvi fazer esse site com intuito de ser mais participativo nas informações de interesse de todos brasileiros e brasileiras. Diante de tantos nomes e meios de comunicação existentes, não foi fácil decidir o nome para o site, tive que viajar com o pensamento no futuro e imaginar uma pessoa perguntando a outra: onde você viu essa notícia? e a resposta será Lá no Fusco. Espero que gostem desse meu novo trabalho. Conto com seus acessos, dicas e sugestões. Abraços do sempre amigo Edson Fusco

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