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PARANAVAÍ – SEMÁFOROS DE PEDESTRES – VIÁVEL OU NÃO? EXPRESSE SUA OPINIÃO

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Ontem à noite, 13, eu e a empresária Marina Fonseca, comentamos sobre semáforos de pedestres. Para Marina deveríamos tê-los em Paranavaí. Eu comentei sobre a funcionalidade e a dificuldade da instalação dos mesmos em nossa cidade. Muitas pessoas não sabem que o semáforo de pedestre tem que estar sincronizado com o semáforo de veículos, ou seja, a sinalização para pedestres é um “repetidor” do de veículos.  O traçado das ruas de Paranavaí (em forma de x) trifurcadas, dificulta a instalação de semáforos para veículos e se adicionarmos a eles o de de pedestre haverá aumento de tempo (fases e devido as trifurcações) o que tornaria ainda mais complicado os diversos cruzamentos em nossa cidade.

Hoje, pesquisei  sobre o assunto e encontrei essa matéria que tem como título:

7 LUGARES DO MUNDO ONDE OS SEMÁFOROS NÃO EXISTEM (E NEM FAZEM FALTA)

O semáforo é um instrumento utilizado para controlar o tráfego de veículos e de pedestres nas grandes cidades em quase todo o mundo. O aparelho utiliza uma linguagem simples e de fácil assimilação, que, geralmente, é composto  por três círculos de luzes coloridas. O controle semafórico permite alternar o direito de passagem na zona de conflito de uma interseção.

Enquanto em alguns países o semáforo é obrigatório e deve ser respeitado, pois serve como uma forma de fazer com que o trânsito flua mais rapidamente, em outros o sinal não existe, e, por incrível que pareça, não faz falta. Isso é parte de um projeto chamado “Espaço Compartilhado” criado pelo engenheiro de tráfego Hans Monderman, da Holanda. A ideia é tirar os sinais de trânsito das cidades, sob a defesa de que, diante das incertezas de um tráfego sem sinalização, os motoristas dirigiriam com mais cautela.

A cidade de Poynton, na Inglaterra, foi um dos municípios que aderiram a essa novidade, e, por mais que pareça loucura, Poynton removeu todas as calçadas e semáforos na cidade de 15.000 habitantes. Conheça outras cidades e países que também aderiram à prática.

1 – Bohmte (Alemanha)

Em Bohmte, o fim dos semáforos aconteceu em 2008 após as autoridades alemãs chegarem a uma ousada conclusão de que essa seria a melhor maneira de controlar o trânsito e aumentar a segurança nas ruas. Com isso, todas as formas de controle de tráfego desapareceram do centro da cidade. Semáforos e placas no local devem virar peça de museu.

2 – Makkinga (Holanda)

Na entrada da pequena cidade holandesa Makkinga uma frase chama a atenção: “Ruas sem sinalização”. O município tem mil habitantes e quem passa por lá precisa ativar o seu melhor senso e, claro, continuar a dirigir, pedalar ou caminhar. Na região circulam diariamente 13.500 carros por dia. Segundo o prefeito Klaus Goedejohann, agora os motoristas e pedestres gozarão de direitos iguais, e decidirão na hora qual a melhor atitude a tomar. “O trânsito não mais dominará”, disse ele.

3 – Oosterwolde (Província de Friesland)

A cidade possui  10.000 habitantes que já estão acostumados com as ruas sem semáforos. No cruzamento rodoviário do Oost, por exemplo, se tornou um espaço compartilhado onde motoristas, ciclistas e pedestres se misturam, negociando o direito de passagem por meio de regras sociais informais e não por regras de trânsito definidas. As calçadas também foram removidas para que não haja uma demarcação física clara entre o pavimento e o resto da rua.

4 – Portishead (Inglaterra)

Desde 2009 a cidade de Portishead, na costa da Inglaterra, não tem semáforos nas principais avenidas do município. No local a velocidade máxima permitida é de 30 km/h e no início o trânsito virou um caos, mas ao longo dos dias os 22 mil habitantes se adaptaram a novidade, a conclusão foi dada graças a câmeras de segurança implementadas na época da modernidade.

5 – Poynton (Inglaterra)

Pode parecer inusitado, mas em Poynton, na Inglaterra, o governo resolveu retirar as calçadas e os semáforos da cidade, pois, segundo eles, quando não se tem semáforos “gritando” um sinal verde para acelerar ou um sinal vermelho para parar bruscamente, automaticamente as pessoas prendem mais a atenção ao redor e olham mais para o outro.

A cidade tem cerca de 15 mil habitantes e a mudança aconteceu de forma gradativa. Em um dos principais cruzamentos da cidade, chamado de Fountain Place, inicialmente a população se sentiu insegura diante da ausência de semáforos ligados, mas após alguns dias as pessoas começaram a revezar na ordem de ultrapassagem, o trânsito começou a fluir e se transformaram. Além disso, o número de pista na cidade foi reduzido de 4 para 2.

6 – Drachten (Holanda)

A cidade holandesa no norte da província de Friesland tem cerca de 45 mil habitantes e acabou se tornando uma vitrine para o movimento Espaço Compartilhado, pois no local a maioria dos cruzamentos foi redesenhado por Hans Monderman e não possui semáforos ou calçadas. Nos sete anos antes do redesenho 30 colisões foram relatadas, incluindo quatro com lesões. Nos dois anos seguintes ao esquema, houve apenas quatro colisões e nenhum acidente foi registrado.

7 – Sneek (Países Baixos)

Em Sneek, na província de Frísia, nos Países Baixos, calçadas e semáforos foram retirados das ruas com o objetivo de criar mais espaço para pedestres, ciclistas e aqueles que viajam pelo local, ao mesmo tempo redirecionar  e melhorar o fluxo de tráfego. No início, a população chegou a sentir que a mudança se tornara menos segura, o que é comum devido a falta de familiaridade com a aplicação.

O que você achou dessa modernidade? Funcionaria na cidade onde você mora? Deixe a sua opinião abaixo nos comentários. Não esqueça também de compartilhar com seus amigos – FONTE: FATOS DESCONHECIDOS

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CONTINUEI PESQUISANDO

Encontrei um estudo com o título – CRITÉRIOS PARA IMPLANTAÇÃO DE SEMÁFOROS elaborado por Luis Vilanova, especialista em controle e monitoração de trânsito e trabalha atualmente na Gerência de Desenvolvimento Tecnológico da CET / SP. Disponibilizado em arquivo PDF. Para visualizar CLIQUE AQUI

Acredito que  se nós  tivéssemos mais educação e cultura não haveria necessidade de nenhum tipo de semáforo.

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lanofusco Ver tudo

Nasci em Nova Esperança-Pr. no dia 12/10/57, Meu primeiro diploma foi de datilografia com 12 anos de idade o que me possibilitou trabalhar em Cartório de Registro Civil, e escritório de contabilidade após terminar o segundo grau onde fiz curso de técnico em contabilidade. Com 17 anos, após uma concorrida seletiva, iniciei como locutor na Rádio Sociedade de Nova Esperança. Aos 20 anos trabalhei na Televisão Cultura de Maringá, logo em seguida passei no concurso do Banco do Brasil onde fiquei por sete anos e voltei aos meios de comunicação trabalhando em várias emissoras de Paranavaí, em Nova Londrina, Maringá e Curitiba. Agora, resolvi fazer esse site com intuito de ser mais participativo nas informações de interesse de todos brasileiros e brasileiras. Diante de tantos nomes e meios de comunicação existentes, não foi fácil decidir o nome para o site, tive que viajar com o pensamento no futuro e imaginar uma pessoa perguntando a outra: onde você viu essa notícia? e a resposta será Lá no Fusco. Espero que gostem desse meu novo trabalho. Conto com seus acessos, dicas e sugestões. Abraços do sempre amigo Edson Fusco

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