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PARANÁ – Tratamento para dependência química começa em postos de saúde

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Sistema Único de Saúde (SUS) optou pela municipalização do atendimento às pessoas com dependência. Em caso de surtos, Samu, Siate ou Guarda Municipal devem ser acionados.

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As drogas custaram ao menos R$ 52 milhões ao Paraná com tratamento de dependentes químicos em 2018. Foram 5.928 internamentos segundo a Secretaria da Saúde. Já a Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) da Polícia Civil do Paraná prendeu nos primeiros quatro meses deste ano 147 pessoas envolvidas no tráfico de entorpecentes. Fora as vidas perdidas, de valor incalculável.

Essas estatísticas serviram para balizar a campanha Junho Paraná Sem drogas, uma iniciativa do Governo do Estado com ações conjuntas das secretarias da Segurança Pública, da Justiça, Família e Trabalho e da Educação e do Esporte.

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Além da conscientização e prevenção, a campanha quer incentivar os dependentes químicos a buscar tratamento. O Paraná conta com uma rede integrada de atendimento. O primeiro passo para quem quer ajuda é procurar o posto de saúde da própria cidade, em um dos 399 municípios do Paraná.

É na unidade básica que será feito o atendimento inicial, a triagem e o encaminhamento do paciente. Dependendo da complexidade, o usuário pode ser direcionado para um dos 143 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) existentes no Estado, cujo tratamento é mais voltado para a estimular a integração social e familiar. Ou, se for o caso, realocado em um hospital especializado para internamento.

“Mas tudo começa na cidade, perto da porta de casa”, reforça a médica psiquiatra Maristela da Costa Sousa, da equipe de coordenação da Rede de Atenção à Saúde Mental do Paraná. “Não adianta a pessoa bater à porta de um hospital que, sem o encaminhamento, não será atendido”, completa.

ALTERNATIVA – Outras opções são usadas em casos de maior gravidade como surtos. A recomendação é para que uma terceira pessoa seja chamada, como a Guarda Municipal, Siate (193) ou Samu (192). “São o que classificamos como urgências”, diz Maristela.

São esses profissionais que, após o atendimento inicial, encaminham para um hospital geral ou uma unidade de saúde 24 horas, por exemplo, de acordo com as vagas liberadas pela central de leitos. A partir disso que o tratamento é direcionado. “Antigamente se colocava os pacientes dentro de uma ambulância e traziam para Curitiba. Agora cada município é responsável”, destaca a médica.

 

FONTE: AEN

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Nasci em Nova Esperança-Pr. no dia 12/10/57, Meu primeiro diploma foi de datilografia com 12 anos de idade o que me possibilitou trabalhar em Cartório de Registro Civil, e escritório de contabilidade após terminar o segundo grau onde fiz curso de técnico em contabilidade. Com 17 anos, após uma concorrida seletiva, iniciei como locutor na Rádio Sociedade de Nova Esperança. Aos 20 anos trabalhei na Televisão Cultura de Maringá, logo em seguida passei no concurso do Banco do Brasil onde fiquei por sete anos e voltei aos meios de comunicação trabalhando em várias emissoras de Paranavaí, em Nova Londrina, Maringá e Curitiba. Agora, resolvi fazer esse site com intuito de ser mais participativo nas informações de interesse de todos brasileiros e brasileiras. Diante de tantos nomes e meios de comunicação existentes, não foi fácil decidir o nome para o site, tive que viajar com o pensamento no futuro e imaginar uma pessoa perguntando a outra: onde você viu essa notícia? e a resposta será Lá no Fusco. Espero que gostem desse meu novo trabalho. Conto com seus acessos, dicas e sugestões. Abraços do sempre amigo Edson Fusco

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