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Jeanne Kato opina sobre proposta de extinção do salário de vice-prefeito

Em entrevista ao Diário do Noroeste, Jeanne Kato opinou sobre o Projeto de Emenda à Lei Orgânica 01/2019, que propõe a extinção do salário de vice-prefeito.

Jeanne Kato opina sobre proposta de extinção do salário de vice-prefeito
Jeanne Kato: 201CQuando me candidatei a vice-prefeita, não foi pelo salário201D – Foto: Arquivo DN

O texto foi apresentado pela administração municipal à Câmara de Vereadores de Paranavaí e está sendo analisado pela Procuradoria Jurídica do Legislativo.

Na avaliação da vice-prefeita, o projeto poderia ter consequências negativas e comprometer escolhas futuras para o cargo. O fim do subsídio, ponderou Jeanne, talvez impedisse que pessoas com disposição para contribuir com o desenvolvimento do município assumam a responsabilidade.

Ela garantiu que não depende do valor pago mensalmente, porque possui outra fonte de renda. Lembrou que está sempre à disposição da Administração Municipal para participar de projetos, ações e eventos oficiais. E afirmou que o objetivo dela é atuar em favor de Paranavaí. Jeanne disse: “Quando me candidatei a vice-prefeita, meu pensamento era de fazer o bem, ajudar o município. Não foi pelo salário”.

Ela fez questão de pontuar que sempre fez trabalhos voluntários e destacou que quando esteve na Secretaria de Assistência Social, doou o salário para entidades que assistiam o público infantil. O projeto foi encaminhado pelo Poder Executivo na segunda-feira (4) e está sendo analisado pela Procuradoria Jurídica da Câmara de Vereadores, que emitirá o parecer técnico. A ideia é que o pagamento dos subsídios ao vice-prefeito seja feito somente quando exercer, de fato, as atribuições administrativas referentes ao cargo.

Para o prefeito Carlos Henrique Rossato Gomes (Caíque), o que foge dessa narrativa é uma “afronta os princípios da moralidade, legalidade, economicidade e eficiência”, conforme texto divulgado pela assessoria de imprensa da prefeitura.A justificativa se baseia na exigência de que “o dinheiro público seja utilizado de forma mais eficiente possível, não sendo aceitável a percepção de remuneração sem qualquer contraprestação em favor do poder público”, afirmou o prefeito.

A ideia é que o pagamento dos subsídios ao vice-prefeito seja feito somente quando exercer, de fato, as atribuições administrativas referentes ao cargo. Para o prefeito Carlos Henrique Rossato Gomes (Caíque), o que foge dessa narrativa é uma “afronta os princípios da moralidade, legalidade, economicidade e eficiência”, conforme texto divulgado pela assessoria de imprensa da prefeitura.

A justificativa se baseia na exigência de que “o dinheiro público seja utilizado de forma mais eficiente possível, não sendo aceitável a percepção de remuneração sem qualquer contraprestação em favor do poder público”, afirmou o prefeito.

FONTE: DIÁRIO DO NOROESTE

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