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Chuva causa mortes, deslizamentos, quedas de árvores e bolsões d’água; Rio segue em estágio de crise

Três pessoas morreram e duas pessoas estão desaparecidas. Avenida Niemeyer está interditada e bloqueio deve durar o dia todo.

Bombeiros cortam árvore para tentar retirar ônibus atingido na Avenida Niemeyer, no Rio — Foto: Alba Valéria Mendonça/G1
Bombeiros cortam árvore para tentar retirar ônibus atingido na Avenida Niemeyer, no Rio —Foto: Alba Valéria Mendonça/G1

Três pessoas morreram e duas estão desaparecidas depois da tempestade da noite da quarta-feira (6) no Grande Rio. A forte chuva acompanhada de ventania causou apagões, derrubou árvores, alagou vias e fechou a Avenida Niemeyer, onde um trecho da ciclovia desabou.

Um ônibus está soterrado na Av. Niemeyer, e há a suspeita de que dois passageiros estejam feridos dentro. O motorista do ônibus conseguiu sair do veículo e teve escoriações. Houve quedas de barreira em vários pontos – a ciclovia caiu perto de São Conrado, e o ônibus foi atingido quase no extremo oposto.

O prefeito Marcelo Crivella confirmou que a situação mais crítica é na Niemeyer. “Vai demorar mais de um dia inteiro para normalizar”, disse.

Trecho da Ciclovia Tim Maia desabou na Avenida Niemeyer — Foto: Nathalia Castro/TV Globo

Trecho da Ciclovia Tim Maia desabou na Avenida Niemeyer — Foto: Nathalia Castro/TV Globo

Resumo

  • tormenta começou por volta das 20h30, quando o Rio entrou em estágio de atenção;
  • Às 22h15, passou-se para o estágio de crise;
  • Três mortesduas em Barra de Guaratiba e uma na Rocinha;
  • Há suspeita de que duas pessoas estão desaparecidas na Avenida Niemeyer. Na avenida, um novo trecho da ciclovia desabou com deslizamento de terra. A via está interditada;
  • Às 3h, eram 64 árvores caídas; algumas derrubaram a fiação e causaram apagões;
  • Registraram-se rajadas de 110 km/h no Forte de Copacabana, o que caracteriza tempestade violenta;
  • Chove fraco nesta manhã, e há pontos de alagamento na Barra e na Zona Sul.
  • Crivella decretou luto oficial de três dias pelas mortes.

  • Telefones úteis: 193 (Corpo de Bombeiros), 199 (Defesa Civil, que deve ser informada sobre riscos de desabamento)
    A Defesa Civil recomenda que os moradores se cadastrem no serviço gratuito de alertas via SMS. Basta enviar o CEP do imóvel para o número 40199, por mensagem de texto.
Queda de barreira na Niemeyer, perto do Sheraton, acertou dois ônibus — Foto: Ricardo Abreu/GloboNews
Queda de barreira na Niemeyer, perto do Sheraton, acertou dois ônibus — Foto: Ricardo Abreu/GloboNews

Tronco de árvore ficou distorcido no Humaitá — Foto: Marcos Serra Lima/G1
Tronco de árvore ficou distorcido no Humaitá — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Um veleiro foi parar na areia na Praia do Arpoador com a tempestade no Rio — Foto: Fernanda Rouvenat/G1
Um veleiro foi parar na areia na Praia do Arpoador com a tempestade no Rio — Foto: Fernanda Rouvenat/G1
Ciclovia Tim Maia foi atingida por deslizamento de terra — Foto: Reprodução/TV Globo
Ciclovia Tim Maia foi atingida por deslizamento de terra — Foto: Reprodução/TV Globo

Mãe e filho morreram quando a casa da família desabou em Barra de Guaratiba, no fim da noite de quarta (6). Isabel Martins da Paes, 56, e Mauro Ribeiro da Paes, 32, foram soterrados quando a lama desceu pela encosta onde o imóvel fica, na Estrada da Vendinha.

Aureo da Paes, marido de Isabel, e Arthur Ribeiro da Paes, irmão de Mauro, ficaram feridos.

Árvore caída puxou a fiação na Rua Viúva Lacerda, no Humaitá — Foto: Marcos Serra Lima/G1
Árvore caída puxou a fiação na Rua Viúva Lacerda, no Humaitá — Foto: Marcos Serra Lima/G1

Postes caídos na Chácara do Céu — Foto: Ricardo Abreu/GloboNews
Postes caídos na Chácara do Céu — Foto: Ricardo Abreu/GloboNews

FONTE: G1 – RIO DE JANEIRO

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