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DROGAS. O que você pensa disso?

Link da postagem

Mesmo disponibilizando o link da postagem do delegado e prefeito K.I.Q, vou reproduzir o texto na íntegra:
“Dia desses mencionei que as universidades públicas deveriam fazer exame toxicológico nos alunos.
Depois de um comentário, que foi mais um tapa na minha cara, passei a refletir. O comentário dizia que teríamos perdido muitos gênios com isso.
Estive pensando, metade (ou mais) das bandas que ouço e/ou ouvi são formadas por músicos usuários ou ex usuários de algum tipo de substância entorpecente.
Ou tiro esses artistas das minhas playlists ou me torno o maior hipócrita do mundo.
Prefiro admitir minha incoerência e refletir sobre isso.
Repudiar um professor ou aluno por ser usuário de drogas e me “entorpecer” de músicas compostas por pessoas viciadas é uma baita incoerência.
É certo que a droga é a porta de entrada para dezenas de coisas ruins, mas talvez estejamos direcionando a culpa a substância ilícita quando o verdadeiro responsável por um ato nocivo ou criminoso é o caráter.
Claro que existe uma complexidade muito grande no tema, cada droga tem uma ação diferente no organismo, dependendo da sua classificação.
Não quero exaurir o tema num simples post, tampouco estou defendendo a liberação das drogas.
Mas que estou num grande dilema, isso estou.
O que você pensa disso? “

O tema realmente é polêmico. Atendendo o pedido do delegado e prefeito Kaiq, feito na última linha de sua postagem – ” O que você pensa disso? ” – respondo:

Infelizmente o Brasil é o maior consumidor de crack do mundo

O consumo de álcool no Brasil está acima da média mundial. O vício é considerado uma doença crônica, que pode ser controlado com tratamento adequado. O consumo pode causar mais de 200 doenças, inclusive mentais. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), 3,3 milhões de pessoas morrem todos os anos em consequência de problemas com o alcoolismo. 

Estudos apontam o Brasil como o segundo maior consumidor de cocaína.

Resumindo sobre o consumo de drogas: O Brasil está em segundo lugar, só perde para os Estados Unidos.

Sou alcoólatra, fumante (nicotina) e diabético.  Há muitos anos, quase 3 décadas, não faço uso de bebidas alcoólicas. Mesmo após todo esse tempo não posso afirmar que sou ex-alcoólatra, assim como não existe ex-diabético. O que faço é controlar, não beber e cuidar da alimentação.

Para o alcoólatra o lema é evite o primeiro gole.  Assim dever ser com as demais drogas, evite experimentar.

Como tudo em nossa vida, uma coisa leva a outra. O aumento da violência está ligado ao aumento de consumo de drogas.

Não vejo solução a curto ou médio prazo. Medidas que se tomem hoje, levará décadas para ter resultados. Mas é preciso ter início no convívio familiar com sequencia nas escolas.

A base, o alicerce é a família, mas infelizmente, hoje em dia não é como no passado. Os pais ou responsáveis, atualmente, acreditam que educação é dever das escolas.

Penso que, num sentido figurado, educação são as azas que a família constroem na criança para que possam sair do ninho e a escola (cultura) ensina a voar.

Na postagem do Kaiq ele menciona ”
“Ou tiro esses artistas das minhas playlists ou me torno o maior hipócrita do mundo.” Penso que não deve tirar de suas playlists e nem por isso tornar-se hipócrita. Viciados devem ser tratados como doentes, Vejo pessoas afirmarem ” esse vagabundo está bêbado novamente” Me corta o coração por eu não ter condições financeiras de ajudá-lo, sei que esse ser humano está doente e precisa de tratamento.

Para colhermos bons frutos em nossa família, nossa cidade, nosso estado, nosso pais e no mundo, devemos começar a semear hoje no terreno mais fértil do planeta: NOSSAS CRIANÇAS. 

Para quem desejar tratamento, passei por essa clínica e recomendo: https://clinicadrtoufikrahd.com.br/

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lanofusco Ver tudo

Nasci em Nova Esperança-Pr. no dia 12/10/57, Meu primeiro diploma foi de datilografia com 12 anos de idade o que me possibilitou trabalhar em Cartório de Registro Civil, e escritório de contabilidade após terminar o segundo grau onde fiz curso de técnico em contabilidade. Com 17 anos, após uma concorrida seletiva, iniciei como locutor na Rádio Sociedade de Nova Esperança. Aos 20 anos trabalhei na Televisão Cultura de Maringá, logo em seguida passei no concurso do Banco do Brasil onde fiquei por sete anos e voltei aos meios de comunicação trabalhando em várias emissoras de Paranavaí, em Nova Londrina, Maringá e Curitiba. Agora, resolvi fazer esse site com intuito de ser mais participativo nas informações de interesse de todos brasileiros e brasileiras. Diante de tantos nomes e meios de comunicação existentes, não foi fácil decidir o nome para o site, tive que viajar com o pensamento no futuro e imaginar uma pessoa perguntando a outra: onde você viu essa notícia? e a resposta será Lá no Fusco. Espero que gostem desse meu novo trabalho. Conto com seus acessos, dicas e sugestões. Abraços do sempre amigo Edson Fusco

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